sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mensagem em rede social pode dar justa causa

Agência Brasil - Quarta-feira, 30 de junho de 2010 – 13h39

Mensagem em rede social pode dar justa causa

Palavras pejorativas, de baixo calão ou que possam ter cunho agressivo ou sexual devem ser evitadas. Podem causar demissão por justa causa.

Rio de Janeiro - A troca de informações pelas redes sociais na internet, durante um jogo da Copa do Mundo – por exemplo – pode trazer aborrecimentos, levando a pessoa inclusive à cadeia se a ferramenta não for bem empregada. A afirmação é da especialista em direito digital Patrícia Peck Pinheiro.

Em entrevista à Agência Brasil, ela disse que no caso da Copa do Mundo, especialmente, existem dois tipos de risco para a pessoa física, que podem levá-la a cair em golpes e contaminações de vírus e empresas.

No último caso, os problemas envolvem a questão de excesso de liberdade de expressão e postura dos próprios colaboradores quando comentam sobre futebol em rede social. De acordo com a especialista, isso pode resultar em uma forma de falar mais ofensiva ou exacerbada.

A situação se aplica, principalmente, às companhias multinacionais que têm equipes de diversas nacionalidades e onde os comentários postados em rede social podem gerar uma situação adversa no ambiente de trabalho.

“Um profissional pode se manifestar com palavras de baixo calão, agressivas, associando o conteúdo ao nome da empresa e até mesmo a colegas de trabalho de outras nacionalidades. Então, é um risco para a própria pessoa, no uso das redes sociais, acabar caindo em um golpe ou se contaminar por vírus na empresa”, disse Patrícia Peck.

No caso da empresa, não há apenas o risco da postura na rede social. Há também a questão da produtividade. “As pessoas ficam vendo a Copa no ambiente de trabalho e assim já têm uma dispersão natural”.

Ele lembrou que uma postura hostil e agressiva, até mesmo de cunho discriminatório, pode gerar demissão por justa causa, prevista no Artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Patrícia recomendou que toda vez que uma pessoa se dispuser a lançar na rede social um comentário sobre alguma partida ou time, deve ter cuidado com o que posta, principalmente se a empresa tem chefes ou funcionários de outros países que estão na disputa.

“Na internet, está tudo por escrito. É muito difícil você afastar uma prova escrita. Você acaba tendo uma análise literal”. O conteúdo postado na internet não traz contexto. Ele é permanente”, alertou.

Palavras pejorativas, de baixo calão ou que possam ter cunho agressivo ou sexual devem ser evitadas, porque o desconforto que vier a ser gerado com os colegas de trabalho e a empresa pode motivar uma demissão por justa causa.

“A má postura é tratada pelas leis em vigor. É o que a gente chama de ter liberdade de expressão responsável. Ter cuidado com o que diz porque pode responder por isso”, lembrou.

Patrícia Peck informou que outros tipos de ocorrências podem levar os autores à cadeia. Na parte criminal, envolve práticas de racismo, abrangendo não só a questão de cor (etnia), mas de origem (nacionalidade). Há também a situação de crime de ameaça e de crimes contra a honra, como a difamação.

Ela reiterou que em assuntos de futebol, quando as pessoas, por excesso de agressividade, costumam se manifestar pela internet, a reflexão principal deve ser que “o jogo passa, mas o conteúdo fica”. Segundo a especialista, no mundo digital, o direito de arrependimento é muito reduzido. “Porque depois que publicou, já foi!”.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Como evitar que inveja atrapalhe no trabalho

Renata Avediani, de Você S/A - Segunda-feira, 05 de julho de 2010

Como evitar que inveja atrapalhe no trabalho

SÃO PAULO - A inveja é um sentimento nocivo, mas que faz parte do cotidiano das empresas.

Quando não gerenciada, ela prejudica o clima, compromete a produtividade das equipes e a carreira dos profissionais.

“Quem tem inveja se preocupa mais com o desempenho do outro do que com o seu próprio”, diz o consultor Maurício Goldstein, autor do livro Jogos Políticos nas Empresas (Editora Campus/Elsevier).

Por outro lado, quem é alvo da inveja pode sofrer as consequências sem ao menos se dar conta. “Essas pessoas começam a ser alvo de fofocas, podem ser marginalizadas ou ter seus erros mais expostos, já que são mais observadas”, diz Maurício. Para as empresas, o dano é ainda mais silencioso, já que é difícil de ser mensurado.

As americanas Tanya Menon e Leigh Thompson, professoras da Chicago Booth School of Business e da Kellogg School of Management, respectivamente, realizaram estudos com executivos de diversos setores e descobriram que as pessoas invejosas estão mais dispostas a aprender com as ideias que vêm de outras empresas do que com as dos colegas do escritório.

“Quando copiamos algo que vem de fora, somos vistos como empreendedores, mas, se a sugestão vier de alguém da própria companhia, é esse profissional que fica marcado como o líder intelectual do grupo”, escrevem as professoras em artigo publicado em abril na edição americana da revista Harvard Business Review.

O resultado da dor de cotovelo corporativa é a resistência para ouvir as sugestões dos colegas, desperdício de talentos, resultados abaixo do possível e perda de receita.

Onde está o problema?

O cotidiano no escritório propicia a proliferação da inveja. Há forte cobrança por resultados, todos disputam o reconhecimento do chefe e, muitas vezes, os critérios da competição estão nas entrelinhas.

“Onde as regras não são claras, a competição é predatória”, afirma a professora Patrícia Tomei, da escola de negócios da PUC-Rio e autora de Inveja nas Organizações (Makron Books).

“Apesar do discurso sobre a importância das competências comportamentais e dos valores, os profissionais ainda são mais avaliados pela qualificação técnica e pelos resultados”, diz.

Logo, quem consegue reconhecimento nem sempre é visto como merecedor, principalmente diante dos olhos dos invejosos. Para evitar que isso aconteça, na farmacêutica Boehringer Ingelheim, com sede em São Paulo, os líderes são preparados para ter conversas transparentes com a equipe.

“Quando as pessoas sabem o que se espera delas, fica mais fácil entender quando um reconhecimento não vem da forma desejada”, diz Adriana Tieppo, diretora de RH da Boehringer.

Além disso, há um trabalho com os gestores para que liderem mais pelas suas atitudes do que pelo cargo que ocupam. “Estimulamos a admiração em vez da inveja”, diz Adriana.

Invejoso, eu?

Se este tem sido um sentimento recorrente, cuidado. Admitir que sente inveja é o primeiro passo para gerenciá-la (no site da VOCÊ S/A há um teste para lhe ajudar).

Liste situações em que sentiu inveja e avalie que inseguranças suas estão associadas a elas. Fica mais fácil trabalhar suas deficiências e diminuir a incidência da inveja.

Além disso, é importante aguçar a autopercepção: o que você faz bem, o que precisa melhorar e quais são seus motivadores. “Muita gente, por não se conhecer, inveja o cargo, o salário e o status dos outros, mas na verdade não é aquela posição que lhe trará realização”, diz Patrícia Tomei, professora da PUC-Rio e autora de Inveja nas Organizações. Logo, concentre-se no seu desenvolvimento, e não nas conquistas alheias.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Descuido com aparência é inimigo do emprego

Rogerio Jovaneli, de INFO Online Quarta-feira, 23 de junho de 2010

Descuido com aparência é inimigo do emprego

Descuido com aparência passa a impressão de que o candidato não tem cuidados especiais com a sua vida pessoal ou profissional.

SÃO PAULO – O desleixo com a aparência pode pôr fim a qualquer possibilidade de conquista de emprego. Se a primeira impressão é a que fica - e é, mesmo -, trate de causar uma muito boa.

Mas, quando se fala em aparência, é preciso entendê-la não como beleza física, algo muito subjetivo e que não pode e jamais deverá contar na hora da contratação de um profissional.

aparência que realmente importa e, cada vez mais, tem pesado nas seleções é a que diz respeito à escolha adequada da roupa (vale verificar antes da entrevista se é exigida uma mais formal), que deve estar limpa, bem passada e sem rasgos.

Homens devem se apresentar de barba feita, unhas cortadas e sem suor, enquanto as mulheres devem usar o bom senso quanto à maquiagem, comprimento das roupas, tamanho dos decotes e acessórios.

O recomendável, para ambos os casos, é usar algo mais clássico. Seja discreto, afinal é a sua aptidão profissional para preencher a vaga que deve brilhar, o que, em hipótese alguma, deve ser entendido como permissão para se descuidar da aparência.

“Chegar em uma entrevista de emprego com barba mal feita, cabelos despenteados, roupas inadequadas ou até mesmo com algum problema dentário que signifique descuido pode prejudicar a avaliação deste profissional, porque passa a impressão de que essa pessoa também não tem cuidados especiais com as demais coisas que fazem parte da vida pessoal ou profissional", explica Renato Grinberg, diretor geral do portal de empregos Trabalhando.com.br.

Para Grinberg, a aparência é importante na conquista de uma oportunidade de emprego, especialmente no contato direto com o público. “Quando falamos em aparência, não quer dizer que alguém que se julgue feio não tenha chances no mercado, este quesito refere-se aos cuidados que a pessoa tem consigo mesma.”

terça-feira, 6 de julho de 2010

Registro RDE-IED com passo a passo RENAI-2

Arquivo do Power Point, muito interessante de como proceder para um Registro RDE-IED.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Registro de PCAM500 para Bancos

O Banco Central divulgou modelo de como deve estar preenchido o “motivo de contratação” para operações celebradas via PCAM500, estando ou não ressalvadas na conformidade, sujeito a não confirmação das mesmas e incidência de multa.

Nos casos em que não for registrada operação de câmbio, no Sisbacen, tempestivamente (no dia da celebração), por falha no sistema de registro interno dessa IF ou por ausência de registro, o contrato de câmbio registrado na transação PCAM500 do Sisbacen com data valorizada deverá conter a seguinte declaração no campo "motivo da contratação":

"Falha / ausência no sistema de registro. Operação celebrada dia xx.xx.xx, conforme boleto nº xxxxx e registro contábil nº xxxxx . Registrada ressalva à conformidade do movimento de câmbio. "  

Caso a operação não tiver sido ressalvada na conformidade:  "Falha / ausência no sistema de registro. Operação celebrada dia xx.xx.xx, conforme boleto nº xxxxx e registro contábil nº xxxxx . Ausência de ressalva à conformidade do movimento por falha de controles internos”.

domingo, 4 de julho de 2010

Encomex Recife

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) promove, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, nos dias 14 e 15 de julho, das 8hàs 19h, o Encontro de Comércio Exterior (Encomex) Recife. Interessados em participar podem se inscrever no endereço eletrônico www.encomex.desenvolvimento.gov.br. A inscrição é gratuita.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Quantos jargões do mercado financeiro você conhece?

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