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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Dia das Crianças: oportunidade para cuidar da educação financeira dos pequenos

O melhor jeito de pagar suas compras

A oferta é grande e a publicidade é gigante. Considerada a segunda melhor data de vendas para o comércio, o dia 12 de outubro chega com um apelo irresistível para os pequenos e suas famílias. Brinquedos, games, bicicletas, aparelhos eletrônicos, telefones celulares, bonecas super hypadas. Há uma infinidade de itens que encantam as crianças e tornam difícil deixar a data passar em branco. Mas como fazer uma comemoração consciente e ainda aproveitar para ensinar noções de educação financeira a este público?

Quem dá as dicas é Lavínia Martins, certificada CFP® e sócia da Finplan. A consultora acredita que os pais devem estabelecer limites de gastos com o presente do Dia das Crianças e ainda um “valor” para a data, em acordo com os filhos. Por exemplo: se o aniversário é a data mais importante, então o Dia das Crianças tem um peso menor. Se eles têm essa informação, não há tanta frustração por não ganhar o presente escolhido.

Diante disso, deve-se determinar quanto vai gastar com os presentes dos filhos e expor a eles a limitação do orçamento doméstico, de forma que a criança aprecie o que ganha e veja o impacto do presente nas finanças da família. “A data pode ser usada como forma de educação financeira das crianças”, diz Lavínia.
Resolvida essa parte, é importante partir para pesquisas de preço. Muitas lojas expõem suas ofertas na internet e alguns institutos especializados aproveitam a data para fazer levantamentos de preços. Comprar à vista é sempre melhor que a prazo, mas, se não for possível, a dica é buscar financiamentos sem juros. “Pensar no presente com antecedência também evita a compra por impulso, que acaba gerando dívidas”, acrescenta a consultora.

Outro aspecto interessante apontado por Lavínia é demarcar o Dia das Crianças como o início de uma forma de poupança para aquela criança. Se o pai abrir uma poupança com R$ 100 para a criança de 10 anos e, mensalmente, depositar este mesmo valor durante a próxima década, considerando um rendimento de 0,5%, o futuro jovem terá uma reserva de R$ 46.535 para dar entrada em um apartamento, custear os estudos na universidade ou comprar um bem de valor maior.

Caso o valor seja alto, pode começar com R$ 50. Depositando esse valor todo mês, o seu filho terá aproximadamente R$ 23 mil quando completar 20 anos (considerando 0,5% de juros mensais). É um bom caixa para ingressar na vida adulta.
Lavínia ressalta que, independente do valor a ser depositado, o importante é manter a disciplina de, todo mês, colocar algum dinheiro e incentivar a criança/jovem a poupar. “Se você abre uma poupança para o filho com R$ 100 e depois se esquece disso, em dez anos este valor será de R$ 331, o que é pouco atrativo, além de se perder a oportunidade de mostrar a disciplina de poupar”, afirma. Pense nessa possibilidade antes de sair eufórico às compras do Dia das Crianças.

Edição 69 - 20/9/2010 – Site: Comoinvestir

    quinta-feira, 19 de agosto de 2010

    Dividendos podem bater a rentabilidade da poupança

    Saiba como ganhar mais com ações contando apenas com o retorno dos dividendos

    EXAME.com

    Dividendos aumentam o patrimônio e batem a poupança no longo prazo

    São Paulo - Entusiasmados com a possibilidade de valorização das ações, muita gente se esquece que é possível levar um bom retorno para casa apenas com os dividendos. Como o investidor se torna acionista de uma empresa ao comprar os papéis que ela emite, nada mais natural que ele receba uma fatia do lucro embolsado por essa companhia a título de dividendos e juros sobre o capital próprio.

    Essa distribuição de proventos independe da oscilação de preços e garante, no longo prazo, que o patrimônio aplicado aumente de forma considerável. O consultor financeiro Mauro Calil explica quando os dividendos superam a rentabilidade da tradicional caderneta de poupança, desconsiderando o ganho adicional que o investidor terá com a subida destes mesmos papéis. Conheça a estratégia no vídeo a seguir.

    domingo, 18 de julho de 2010

    Dez coisas que um universitário deve saber sobre dinheiro

    Também conhecida como "senhora da realidade", a professora de finanças da Stanford Mary Morrison repassa os conselhos que dá aos alunos que estão se formando

    EXAME.com 13/07/2010 | 10:46

    Em sua experiência como professora de finanças pessoais há 12 anos na universidade de Stanford, nos Estados Unidos, Mary Morrison já viu de tudo: desde a jovem estudante que pensava que “férias remuneradas” significavam viagem e lazer por conta do patrão ao aluno que sumariamente desconhecia a cobrança de encargos como conta de água. A professora presenciou inclusive a tentativa de uma estudante denunciar o governo à polícia, por considerar que parte do seu salário era retido sem qualquer compromisso de devolução.

    Diante dessa bagagem, alguns alunos sugeriram que Mary, também conhecida como "senhora da realidade", escrevesse um livro detalhando todos os cuidados financeiros que um estudante deveria ter assim que saísse da faculdade. Embora não tenha seguido à risca esse conselho, Morrison dividiu com o site da "Forbes" as dicas que considera mais importantes para aqueles que estão prestes a entrar no mercado.

    "Algumas pessoas chegam aqui sem saber absolutamente nada", ela diz. "E eu realmente temo por elas - e suas atitudes estúpidas". Como se vê, os 200 estudantes com os quais Mary Morrisson lida todos os anos recebem doses cavalares de amor e honestidade. Experiência descrita por eles como engraçada e aterrorizante ao mesmo tempo.

    Conheça a lista elaborada pela professora da Stanford com todas as coisas que um aluno deve saber sobre dinheiro antes de abandonar o mundo universitário:

    1. Não tome decisões de carreira baseado em quantias

    Pense na figura como um todo. "Um salário de X dólares em Nova York, não é o mesmo que a mesma quantia em Kansas. Você deve avaliar o que busca além de realização profissional e quais são as vantagens dessas decisões", diz Mary Morrison. Saiba a diferença entre os benefícios práticos e aqueles que parecem irresistíveis antes de aceitar uma oferta de trabalho. "Você pode achar que é bacana ter a liberdade de atirar um Frisbee no corredor do seu trabalho, mas o que é isso comparado com a possibilidade de cobertura médica e dentária?", ela pergunta.

    2. Saiba quanto você deverá ter para começar a vida

    Em muitas situações, o aluguel de um apartamento irá demandar depósito prévio. Também é provável que você precise de um serviços de transporte caso esteja mudando de cidade. Vale lembrar, no entanto, que será necessário esperar quatro semanas até colocar as mãos no primeiro salário. "Você deve estar ciente do que vai precisar para viver antes disso", afirma Morrison. "Até porque não são muitos os pais que podem dar aos seus filhos um cheque de 3.000 dólares para cobrir essas despesas."

    3. Conheça o seu salário líquido – ele não é tão alto quanto você pensa

    Apure as informações que deverão ser prestadas na declaração de renda. A partir daí, será possível saber a quantidade de imposto deduzido do seu pagamento. Não comprometa seu orçamento sem saber quais são os seus limites e gastos reais. "Salário e dinheiro na mão definitivamente não são a mesma coisa", afirma Morrison. "Você e o vizinho casado da porta ao lado, pai de três crianças, não terão orçamento semelhante para uma mesma remuneração", completa.

    4. Seja realista com suas despesas

    "Depois da faculdade, a vida não é uma grande festa, com comida compartilhada com seu companheiro de quarto à qualquer hora da noite", sustenta a professora. Devem ser consideradas as despesas com transporte, medicamentos, comida, entretenimento e possíveis incidentes. Planeje tudo. De fato, Morrison costuma fazer compras de 50 dólares no supermercado e levar os itens para a sala de aula para mostrar aos alunos que pretendem gastar essa quantia semanalmente com comida o que o dinheiro realmente pode comprar. "Você não vai viver só de arroz e feijão. Eventualmente irá a uma lanchonete ou comprará um café", diz. Não é preciso se privar do que gosta. Basta ser realista. "Eu não me importo que você opte por se alimentar com ração de cachorro", afirma a professora. "Apenas saiba o quanto isso custa."

    5. Entenda o fluxo de caixa

    Saiba não apenas exatamente o quanto você receberá, mas precisamente quando. Mais importante do que isso, quando suas contas irão chegar.

    6. Mantenha uma conta de emergência

    Imprevistos acontecem e você raramente será uma exceção. "Você ficará doente. Você ficará machucado. Em suma, a vida será o que ela é para todo mundo", diz Morrison. Esteja preparado - emocional e financeiramente - para essa realidade.

    7. Use sempre o cartão de débito, não o de crédito

    Esta deve ser uma regra inflexível.

    8. Faça um seguro de aluguel

    Quando você estiver no imóvel, fique atento às opções de seguro oferecidas pelo proprietário. Nunca confie em acordos firmados informalmente. Se proteja financeiramente de um “colega que pode fugir para Porto Rico”, como Morrison alerta, com um seguro ou depósito legal.

    9. Comece imediatamente a pensar na aposentadoria

    "Até quando sua contribuição é devagar e modesta, ela fará uma grande diferença lá na frente", afirma a professora. Você pode até sentir falta dos 50 dólares que poupar mensalmente, mas esse montante irá crescer progressivamente e pode inclusive salvá-lo de um momento de pânico mais tarde.

    10. Não tenha medo de investir

    "Eu digo aos meus alunos que poupanças são um investimento de risco, porque você está apostando que não haverá inflação", afirma Morrisson. Tenha outras aplicações em vista. E diversifique, diversifique e diversifique.

    domingo, 13 de junho de 2010

    Sete dicas para que o dinheiro lhe traga mais felicidade

    O velho ditado de que "dinheiro não traz felicidade" é mentiroso desde que você saiba gastá-lo com coisas importantes

    Gabriela Ruic, de EXAME.com 11/06/2010 | 07:50

    Dinheiro bem gasto pode te fazer mais feliz, diz estudo

    Dinheiro bem gasto pode te fazer mais feliz, diz estudo

    Sabe aquele ditado que diz que dinheiro não compra felicidade? Pois é, segundo uma pesquisa realizada pelos institutos Harris and Gallup e divulgada pelo site Moneywatch.com, o dinheiro pode comprar felicidade desde que você saiba como gastá-lo. O estudo concluiu que é mais importante o que se faz com o dinheiro que a quantidade de cifras que se tem no banco. Confira as sete dicas para que o dinheiro lhe faça mais feliz:

    1 - Compre uma casa mais barata: Isso o fará feliz de duas maneiras. Em primeiro lugar, você não perderá horas de sono pensando nas prestações do imóvel. Além disso, as pessoas tendem a ser mais infelizes quando seus vizinhos têm muito dinheiro. Parece loucura, mas segundo a pesquisa, existem aqueles que preferem ter uma renda de 50.000 dólares por ano e se cercarem de pessoas que ganham menos a terem uma renda de 100.000 dólares e ter que aturar um vizinho que ganhe mais.

    2- Compre ingressos: Experiência é o que de fato faz uma pessoa feliz, e não objetos, dizem os especialistas em felicidade. Concertos, eventos esportivos e viagens são ótimas opções para gastar dinheiro.

    3 - Compre uma bicicleta, faça aulas de dança ou entre numa academia: Você já conhece os benefícios da endorfina e exercícios físicos, certo? Então gaste um pouco de dinheiro garantindo a regularidade destas atividades para que sejam suficientes para turbinar seu fluxo sanguíneo e liberar o hormônio da felicidade.

    4 - Compre um jornal ou uma revista: Pessoas que conversam sobre fatos importantes do cotidiano - seja a depressão da economia, o depressivo vazamento de óleo no golfo do México ou o ainda mais depressivo Oriente Médio - são mais felizes que aquelas que concentram-se em falar sobre o tempo, afirmam os pesquisadores.

    5 - Compre ferramentas: As pessoas tendem a sentirem-se melhores quando são produtivas. Então vá cuidar do jardim, compre uma máquina de costura ou um martelo e mãos à obra.

    6 - Organize festas: Estreitar os laços com sua família e amigos é essencial para a sua felicidade. Um dos problemas é quando é se apegar demais ao consumo e esquecer da felicidade que sentimos quando estamos entre amigos.

    7 - Faça caridade: Felicidade é, há tempos, associada ao comportamento altruísta. Portanto, seja generoso. Mesmo que você não seja rico, ser um filantropo pode fazer com que você se sinta como tal.