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domingo, 5 de setembro de 2010

7 bons motivos para aumentar sua rede de contatos !

Não importa se você tem seu foco online ou offline, todo empreendedor precisa ter sua rede de contatos.


E uma das coisas mais importantes de ter uma boa rede de contatos, não só achar novos clientes.

Fazer contatos é uma ferramenta poderosa, veja os motivos:

  1. Você pode expandir seu grupo de colegas que podem te dar conselhos ou ajudar no seu trabalho,
  2. Você pode ser visto como uma fonte confiável de expertise.
  3. Fazer contatos é a atividade social perfeita pra qualquer um que trabalha sozinho, mas não quer ficar isolado.
  4. Você encontrará novas oportunidades pra troca de informações que te farão um melhor empreendedor.
  5. Você aprenderá sobre o que outras pessoas estão fazendo e isso despertará a inovação no seu negócio.
  6. Será mais fácil pra você ficar sempre nas manchetes do seu setor se estiver sempre em contato com as pessoas da sua indústria.
  7. Você pode formar relacionamentos reais que vão agregar valor além do dia-a-dia do seu negócio.
Por Alyssa Gregory

sábado, 4 de setembro de 2010

18 serviços para aproveitar ao máximo a web e as redes sociais !

Ferramentas que ajudam a compartilhar e organizar informações, ganhar produtividade e usar melhor a rede sem perder o bom humor.

É fato: a internet é parte integrante de quem usa computadores (afinal, como foi que você chegou até aqui?) e as redes sociais vêm se consolidando - ainda que por um caminho tortuoso - como uma nova forma de comunicação na web e pode ser cedo para entender o que exatamente isto quer dizer, até porque estamos envolvidos nessa transformação.

Alguns serviços já estão aí há mais tempo e são velhos conhecidos dos brasileiros, como o Orkut. Outros, como o Facebook, apesar de terem uma base de usuários muito grande e grande relevância lá fora, só recentemente começaram a ser tornar populares no Brasil. O Twitter, ao que parece, é a bola da vez e ganhou uma popularidade e relevância poucas vezes vistas neste universo de fenômenos passageiros chamado internet.

Se você lida com tudo isso de forma tranquila, sem deixar que toda a informação a que tem acesso tome conta de sua vida, comemore. Mesmo assim, se puder contar com ferramentas de apoio, melhor. PC World selecionou um grupo de aplicativos e serviços - 18 ao todo - que vão ajudar você a usar melhor esses agregadores e fazer do browser um aliado, e não um inimigo.

Tire o máximo do seu navegador

São quatro ferramentas e serviços que ajudam a recuperar as informações digitadas em formulários, convertem documentos PDF em documentos editáveis, entre outras.

:: CeeVee: cadastre-se para construir um currículo sóbrio e, em seguida, compartilhá-lo na web por meio do Facebook, Twitter ou um site personalizado. É rápido, fácil de usar, além de ser uma prova positiva de que você sabe usar as ferramentas que a internet oferece.

:: Lazarus: Um add-on para o Firefox que registra cada campo que o usuário entrou e digitou algum texto, seja em blogs, caixas de comentário, formulários de e-mail e assim por diante. Magicamente restaura os itens que o usuário digitou. Apenas clique com o botão direito do mouse e escolha recuperação de texto ou recuperar formulário.

: MailBrowser: gerenciar contatos, anexos e outros detalhes do Gmail é com ele mesmo. Disponível para Firefox e Internet Explorer, este complemento - ainda em versão beta - revela informações sobre cada contato, se integra ao Google Calendar para agilizar o agendamento de compromissos, lista os anexos recebidos dos contatos e cria cópias locais pesquisáveis desses arquivos.


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MailBrowser

:: PDF to Word: Esse serviço transforma um documento PDF em um documento editável. Basta fazer o upload do arquivo e escolher o formato de saída desejado, como .doc ou .rtf (ambos aceitos por versões do Word). Depois, é só aguardar até o serviço em enviar um e-mail com o link para baixar o documento convertido. Fizemos o teste e esperamos cerca de oito minutos para receber o arquivo PDF (3 MB) convertido em DOC de volta.

Ferramentas para fanáticos do Facebook e Twitter
Selecionamos oito downloads/serviços que irão agilizar o uso dessas redes sociais, como compartilhar fotos com facilidade e obter outras melhorias.
::Brizzly: Cansado da interface desordenada do Facebook e a monótona do Twitter? O serviço Brizzly faz uma “reforma” no layout, simplificando o acesso. É possível escrever posts para o microblog, bem como reenviá-los, deixar recados para seus contatos e fazer outras coisas essenciais do Facebook e Twitter em um lugar só.

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:: FacePAD: Compartilhar fotos no facebook é algo divertido, mas é uma tarefa trabalhosa. O Facebook Photo Dowloader, também conhecido como FacePAD, é um add-on para o Firefox que permite baixar o álbum inteiro de uma só vez, incluindo grupos de álbuns.

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FacePAD facilita o download de fotos do Facebook

:: FriendShopper: Que tal uma rede social de compras online? O objetivo doFriendShopper é a troca de informações sobre produtos online. Todos os seus interesses em produtos são compartilhados, assim como o de seus contatos e os produtos podem ser encontrados mais facilmente com a colaboração de todos. Basta instalar o add-on na barra de seu navegador (Firefox, Internet Explorer, Chrome ou Opera). Ao acessar um site de compras online qualquer e encontrar o produto de interesse, o usuário clica no botão Add to FriendShopper e decide se quer salvar a página, compartilhar com os amigos e assim trocar informações sobre o produto.
:: Microsoft Silverlight 4 beta Client for Facebook: este serviço oferece não apenas os elementos habituais do Facebook, mas também um visual animado, mais atraente e uma ferramenta melhorada para upload de fotos.

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Silverlight customizado para Facebook

:: OutSync: O Outlook permite vincular foto aos contatos. E a maioria dos usuários do Facebook tem fotos associadas a seus perfis. Então porque não se aproveitar disso? Com a ajuda do OutSync, é possível fazer com rapidez e eficiência a sincronização das fotos dos contatos entre o Outlook e facebook.
:: PhotoGrabber: Este utilitário faz o download com rapidez e eficiência das fotos de álbuns de seus contatos do Facebook. Não é preciso se preocupar com o navegador utilizado, pois é um arquivo executável quem faz a interface com o Facebook, seja qual for o navegador.
:: Splitweet: Habilmente desenvolvido para usuários que possuem várias contas no Twitter, o agregador (versão beta) Splitweet permite postar mensagens em duas ou mais contas simultaneamente, ler e responder a todos os usuários seguidos e seguidores e também fazer busca por qualquer assunto ou Trending Topics do Twitter.
:: Twinbox: Talvez alguns usuários não queiram instalar em seus PCs um cliente de Twitter (como o TweetDeck) apenas para gerenciar uma única conta de Twitter. Então o add-on para o Outlook, chamado de Twinbox, pode ser a solução adequada. Ele adiciona uma pasta na caixa de entrada do Outlook, onde é possível enviar mensagens, responder, repassar as postagens de quem o usuário segue e todas as tarefas do Twitter. E atualiza as mensagens recém chegadas.

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Twinbox: O Twitter dentro do Outlook

Reformule sua vida com o poder da Internet
Para aqueles momentos em que você precisa de ajuda para atingir metas e objetivos pessoais, selecionamos seis serviços online para manter a direção e não sair do rumo.
:: BudgetSketch: Uma planilha de gastos, investimentos e metas que é salva na internet e fica disponível sempre que precisar. Apesar de estar em inglês, não é nada complexa e ajuda a manter as contas sob controle. O formato de moeda, assim como a exibição podem ser customizados.
:: DailyBurn: Um serviço para ajudar que deseja perder aquele peso extra. Basta se cadastrar, preencher dados como altura, peso e que objetivo quer alcançar: perder peso, ganhar massa muscular ou manter a forma com um programa de treinamento físico. Depois é preciso responder se já faz exercícios físicos e qual a frequência que são praticados.

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DailyBurn: ajuda extra para manter a forma física

Com as respostas, é montado um plano de exercícios físicos adequado. Ao clicar em cada plano, são exibidos o tipo de exercício e como deve ser feita a série, inclusive com vídeos ilustrativos. O usuário também recebe e-mails para lembrar da dieta e dos exercícios e também incluem dicas de alimentação e motivação para manter a forma.
:: Habitforge: fornece três semanas de lembretes diários e progresso de monitoramento para ajudar a manter seus hábitos para alcançar seus objetivos, seja eles qual forem.
:: Learn10: apresenta dez novas palavras por dia em línguas estrangeiras. Atualmente abrange cerca de 20 idiomas.
:: RunKeeper Free: utiliza o recurso de GPS do iPhone para acompanhar sua corrida no mapa. Em seguida envia e armazena os resultados no site do aplicativo, que ficam disponíveis para o usuário verificar seu desempenho durante o período de treinamento.

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RunKeeper: aplicativo grátis para iPhone
ajuda nas estatísticas do exercício de jogging

:: YouTube EDU: vídeos de palestras a gosto do usuário, de universidades como MIT, Stanford e Yale.

Por Adam Pash e Rick Broida

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Como a tecnologia interfere na vida do RH?

Dicas de RH para os novos tempos

Patrícia Bispo

Na década de 90, muitas pessoas ainda não faziam ideia dos impactos que a Tecnologia de Informação (TI) traria ao cotidiano da humanidade. Hoje, por outro lado, vemos pessoas que vivem completamente em interação constante com os recursos tecnológicos como ipods, celulares, notebooks, enfim, uma série de ferramentas que trazem benefícios significativos tanto para a vida pessoal quanto profissional.

Para a área de Recursos Humanos, a TI também trouxe mudanças e dentre essas está a presença das mídias sociais como, por exemplo, o Linkedin, o Orkut, o Twitter, listas de discussão, grupos de intercâmbios virtuais. Todas essas de forma direta ou indireta trazem uma bagagem de ricas informações para quem atua no mercado de trabalho e cabe aos profissionais de RH ficarem atentos às mídias. Afinal, muitos processos da área sofrem influência dos conteúdos disponibilizados na esfera virtual. Para entender melhor como as mídias sociais estão próximas à vida corporativa, o RH.com.br entrevistou Natasha Geraldo - psicóloga que acompanha a evolução das ferramentas Web, desde 2003, quando as utilizava para o suporte e o desenvolvimento das atividades de RH em diferentes tipos de empresas.

Atualmente, ela é responsável pelas atividades de recrutamento, seleção e treinamento na empresa Globo.com, onde desenvolve estratégias competitivas para lidar com os atuais desafios do RH no ambiente Web 2.0. "Algumas empresas, com o envolvimento do RH, já atuam na criação de comunidades virtuais, objetivando a disseminação do conhecimento rápido e utilizando plataformas de baixo custo", afirma Natasha que, no próximo dia 28 de novembro, ministrará o "Workshop Social Media RH: o uso das mídias sociais para as atividades do RH". Confira a entrevista na íntegra e aproveite a leitura!

RH.COM.BR - É notório que as mídias sociais apresentam impactos diretos em várias áreas corporativas. Especificamente para os profissionais de Recursos Humanos, que efeitos estão sendo observados?
Natasha Geraldo - O RH como um parceiro estratégico de diferentes áreas da empresa tem todos os seus processos afetados pelas mídias sociais, uma vez que as empresas precisaram adaptar-se à realidade da Web 2.0 e à necessidade do diálogo aberto e da transparência. No entanto, uma atividade onde os efeitos deste impacto são mais facilmente observados no processo de recrutamento externo. Hoje, os candidatos conseguem ter acesso a informações como, por exemplo, políticas salariais, condições de trabalho, cultura organizacional, pacote de benefícios, antes mesmo de serem convidados para uma entrevista. As empresas estão transparentes, por decisão própria ou não, e estas informações, por sua vez, já servem para atrair ou afastar possíveis candidatos. Nunca antes foi tão importante ter uma employment brand positiva. Além disso, por parte dos recrutadores, já se pode encontrar o candidato qualificado ou da empresa concorrente, sem qualquer anúncio ou divulgação de vaga. Para isso, basta apenas encontrar o perfil certo em uma rede como a do Linkedin para contatá-lo diretamente, o que torna o processo, em geral, mais barato, rápido e assertivo. Só para lembrar, a employment brand é uma imagem da empresa como um "bom local para se trabalhar", configurando uma visão compartilhada por candidatos, pelos atuais funcionários e pelo mercado em que atua.

RH - Podemos considerar os efeitos gerados pelas mídias sociais positivos ou ainda é cedo, quando levamos em consideração o dia-a-dia da área de RH?
Natasha Geraldo - Em geral, os efeitos são positivos para as empresas que possuem boa reputação. Ter seus processos e suas políticas expostas só é bom para quem está bem estruturado internamente. Se fizermos algo de bom queremos que as pessoas falem sobre isso, escrevam, contem aos seus amigos. Agora, quando se faz algo ruim a tendência é de querermos justamente o contrário disso; esconder, não contar para ninguém. Só que isso não resolve, pois é difícil esconder algo na era da Web 2.0, onde todos estão de olho e querendo falar a respeito das coisas, sejam elas boas ou ruins. As críticas devem ser encaradas como oportunidades para se tirar lições aprendidas das falhas, para o aprimoramento constante. Então, por exemplo, se uma empresa tem condições precárias de trabalho ou fere frequentemente as leis trabalhistas, as chances desses fatos serem discutidos em algum blog anônimo são enormes, o que prejudicará a marca e a atração de novos candidatos - quem é que vai querer trabalhar em um local assim? Mas, se a empresa possui boas práticas, o mesmo pode ocorrer e reforçar a employment brand da organização. Outro efeito positivo é o baixo custo de utilização das mídias sociais, são diversas as ferramentas disponíveis que atendem aos mais variados objetivos e todas são gratuitas. O custo existe quando buscamos uma divulgação por anúncios, algumas funcionalidades específicas ou especialistas para ajudarem nesta tarefa.

RH - Em quais sistemas de RH as mídias marcam mais presença?
Natasha Geraldo - No processo de recrutamento, por exemplo, muitas mídias permitem o contato direto com possíveis candidatos, facilitam o mapeamento do mercado e permitem o contato ativo, ou seja, mesmo aqueles candidatos escondidos que não respondem aos anúncios, podem ser encontrados através das redes sociais. O baixo custo e o amplo alcance são os diferenciais da estratégia de uso das redes sociais para o recrutamento.

RH - Essa presença das mídias otimiza significativamente os resultados do RH como parceiro estratégico do negócio?
Natasha Geraldo - Talvez seja mais visível fazemos uma análise nos processos de recrutamento e no que diz respeito à exposição da marca. No entanto, algumas empresas, com o envolvimento do RH, já atuam na criação de comunidades virtuais, objetivando a disseminação do conhecimento rápido e utilizando plataformas de baixo custo. Com isso aprimoram seus processos, inclusive com a colaboração externa, pois permitem o envolvimento de consumidores, candidatos, familiares para o desenvolvimento de novos produtos, entre outras ações. As possibilidades são enormes, uma vez que as empresas abrem suas portas ao diálogo com o público interno e externo e esta conversa, quando bem conduzida, é benéfica e lucrativa para o RH e para empresa como um todo.

RH - Recorrer às mídias como, por exemplo, Youtube, Facebook, entre outras, geram resultados bem diferenciados quando aplicados em um sistema de RH? 
Natasha Geraldo - Sim, as redes sociais aproximam as pessoas da empresa. Por exemplo, um vídeo com uma mensagem do presidente falando da política de carreira, terá maior impacto sobre os candidatos do que qualquer outro profissional falando, porque um diálogo aberto para tirar dúvidas sobre as políticas internas facilitará o processo de ambientação e permitirá mapear as principais dúvidas dos seus funcionários, aprimorando todo o processo. O feedback das ações é imediato e possibilita uma resposta rápida.

RH - Em quais situações as mídias sociais não devem ser aplicadas nos sistemas de Recursos Humanos?
Natasha Geraldo - Não se deve promover o que não se tem, pois facilmente será descoberto. Então, se a sua política salarial não é a mais competitiva do mercado, chame atenção para outro ponto que seja realmente forte, ao invés de falar que pode oferecer os melhores salários do segmento. Pois, depois de cair em descrédito, será difícil recuperar a reputação. As mídias sociais também não devem ser utilizadas para vigiar os funcionários. Este é um assunto polêmico. Eu acredito que tentar vigiar os colaboradores é uma tarefa difícil, pois a massa de informação gerada é tão grande que monitorar tudo o que acontece nas diferentes redes sociais é praticamente impossível. Deve-se buscar influenciar e conscientizar sobre o uso adequado destas ferramentas, principalmente, quando se tem como sobrenome alguma empresa. Para isso é importante ter políticas claras e diálogo constante com o público interno.

RH - Quais os impactos diretos e indiretos que as mídias sociais proporcionam às gerações X e Y?
Natasha Geraldo - Podemos dizer que o impacto direto nessas gerações é a crescente utilização da tecnologia intermediando a comunicação. Seja dentro das empresas ou fora delas, as redes sociais estão presentes nos celulares, nos computadores, nos ipods do mudo todo, permitindo uma interação globalizada e de resposta imediata. Esta conexão, como um hub social favorece a disseminação das informações e a troca de experiências, positivas para as empresas e para o desenvolvimento pessoal.

RH - Quando não bem utilizadas, que impactos as mídias sociais geram especificamente à área de RH?
Natasha Geraldo - O bom uso das redes está relacionado ao entendimento de suas regras, à cultura e ao perfil de seus participantes. Sabemos o que dizer em uma reunião onde se pretende conquistar um novo cliente. Da mesma forma o RH deve estudar o ambiente e ajustar seu discurso para a conquista dos clientes que estão nas redes sociais. Outros fatores de sucesso são o diálogo e a atenção dada aos comentários que venham surgir dessas redes. É preciso responder - e a agilidade é uma característica desses ambientes - às questões que possam surgir e aos feedbacks dados.

RH - Em sua opinião, as mídias sociais tendem a marcar uma presença cada vez maior na área de Gestão de Pessoas? 
Natasha Geraldo -
Acredito que esta seja a tendência, uma vez que as pessoas buscam o diálogo e ser reconhecidas em meio à multidão. E isto as mídias sociais proporcionam - os anônimos ganham cada vez mais voz. Além disso, as redes sociais são gratuitas, de fácil uso e podem ser utilizadas de diferentes formas pelos profissionais de Recursos Humanos. Não somente no recrutamento, mas para treinamento, gestão do conhecimento, integração, além de outras aplicações que o RH descobrirá com o uso das redes.

Daqui: http://www.rh.com.br

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Saiba quais são os benefícios de fazer networking em inglês

Por: Karla Santana Mamona - InfoMoney

SÃO PAULO – Em algum momento da carreira, os profissionais já ouviram essas duas frases: "Hoje em dia, falar inglês é fundamental no mercado de trabalho" ou "O profissional deve ficar atento ao seu networking". Mas será que dá para juntar as duas coisas?

Segundo a diretora pedagógica do Wall Street Institute, Carol Olival Trovó, o networking  pode ser aplicado como método de aprendizado da língua inglesa. Ela explica que, na própria escola de inglês, é possível que os alunos conversem em outro idioma, ao mesmo tempo que ampliam seus relacionamentos profissionais.

“Nesses encontros na escola, as pessoas se apresentam, falam em que empresa trabalham, trocam cartões e discutem assuntos relacionados ao trabalho. Há troca de experiência, mas tudo é em inglês”, afirma.

Nível intermediário
Carol acrescenta ainda que a oportunidade de expansão da carreira, por meio da rede de contatos em inglês, faz com que o aluno tenha maior interesse em aprender o idioma.

Para fazer networking em inglês, é necessário que o profissional tenha conhecimento intermediário da língua. “O importante é que o aluno consiga entender. Para isso, ele deve estar no mínimo em um estágio intermediário”, afirma Carol.

Redes sociais
Além da prática do networking em inglês em sala de aula, é possível ampliar a rede de relacionamento em outro idioma nas redes sociais.

“Essas redes sociais são em inglês. É possível conseguir materiais com conteúdos que agregam conhecimento e conhecer profissionais de outras empresas. Uma das redes que eu indico é o Linkedin”, finaliza.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Mensagem em rede social pode dar justa causa

Agência Brasil - Quarta-feira, 30 de junho de 2010 – 13h39

Mensagem em rede social pode dar justa causa

Palavras pejorativas, de baixo calão ou que possam ter cunho agressivo ou sexual devem ser evitadas. Podem causar demissão por justa causa.

Rio de Janeiro - A troca de informações pelas redes sociais na internet, durante um jogo da Copa do Mundo – por exemplo – pode trazer aborrecimentos, levando a pessoa inclusive à cadeia se a ferramenta não for bem empregada. A afirmação é da especialista em direito digital Patrícia Peck Pinheiro.

Em entrevista à Agência Brasil, ela disse que no caso da Copa do Mundo, especialmente, existem dois tipos de risco para a pessoa física, que podem levá-la a cair em golpes e contaminações de vírus e empresas.

No último caso, os problemas envolvem a questão de excesso de liberdade de expressão e postura dos próprios colaboradores quando comentam sobre futebol em rede social. De acordo com a especialista, isso pode resultar em uma forma de falar mais ofensiva ou exacerbada.

A situação se aplica, principalmente, às companhias multinacionais que têm equipes de diversas nacionalidades e onde os comentários postados em rede social podem gerar uma situação adversa no ambiente de trabalho.

“Um profissional pode se manifestar com palavras de baixo calão, agressivas, associando o conteúdo ao nome da empresa e até mesmo a colegas de trabalho de outras nacionalidades. Então, é um risco para a própria pessoa, no uso das redes sociais, acabar caindo em um golpe ou se contaminar por vírus na empresa”, disse Patrícia Peck.

No caso da empresa, não há apenas o risco da postura na rede social. Há também a questão da produtividade. “As pessoas ficam vendo a Copa no ambiente de trabalho e assim já têm uma dispersão natural”.

Ele lembrou que uma postura hostil e agressiva, até mesmo de cunho discriminatório, pode gerar demissão por justa causa, prevista no Artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Patrícia recomendou que toda vez que uma pessoa se dispuser a lançar na rede social um comentário sobre alguma partida ou time, deve ter cuidado com o que posta, principalmente se a empresa tem chefes ou funcionários de outros países que estão na disputa.

“Na internet, está tudo por escrito. É muito difícil você afastar uma prova escrita. Você acaba tendo uma análise literal”. O conteúdo postado na internet não traz contexto. Ele é permanente”, alertou.

Palavras pejorativas, de baixo calão ou que possam ter cunho agressivo ou sexual devem ser evitadas, porque o desconforto que vier a ser gerado com os colegas de trabalho e a empresa pode motivar uma demissão por justa causa.

“A má postura é tratada pelas leis em vigor. É o que a gente chama de ter liberdade de expressão responsável. Ter cuidado com o que diz porque pode responder por isso”, lembrou.

Patrícia Peck informou que outros tipos de ocorrências podem levar os autores à cadeia. Na parte criminal, envolve práticas de racismo, abrangendo não só a questão de cor (etnia), mas de origem (nacionalidade). Há também a situação de crime de ameaça e de crimes contra a honra, como a difamação.

Ela reiterou que em assuntos de futebol, quando as pessoas, por excesso de agressividade, costumam se manifestar pela internet, a reflexão principal deve ser que “o jogo passa, mas o conteúdo fica”. Segundo a especialista, no mundo digital, o direito de arrependimento é muito reduzido. “Porque depois que publicou, já foi!”.